Juliana Paes: “Bibi é compulsiva e doentia”

Juliana Paes, uma das protagonistas da novela A Força do Querer, ilustra a capa de agosto da revista GQ. Do Museu da Imigração, cenário do ensaio fotográfico que estampa a capa da edição, a estrela global falou à GQ sobre a polêmica Bibi Perigosa, carreira e família.

A moça de Niterói foi descoberta há 17 anos, num outdoor publicitário. Juliana Paes fez sua primeira novela em 2000, aos 21 anos, quando interpretou Ritinha, em Laços de Família. Em 2003, em Celebridade, obteve o papel que a projetaria como símbolo sexual: o de Jack Joy, disposta a pagar qualquer preço pela fama.

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Juliana Paes fará Dona Flor e Seus Dois Maridos

Aos 38 anos, ela brilha como Bibi no papel de maior repercussão popular da sua vida. Depois de 23 sucessos na TV e nove aparições no cinema, ela tem sido parada na rua o tempo todo. As pessoas querem dar conselhos à personagem. “A Bibi é uma personagem complexa. Ela é compulsiva, doentia, sofre da patologia de ser necessária para o homem dela. Fico pensando: se o meu marido entrasse no ilícito, virasse marginal, será que eu sairia sem antes tentar resolver? Não sei”, diz.

Juliana encarna essa mulher de bandido com garra e ambiguidade. “Não acredito que a arte tem de dar mensagens positivas, mas esse assunto do tráfico, no Brasil de hoje, é pesado”, afirma. “Gloria Perez (autora da novela) me prometeu que a Bibi da novela vai sofrer muito por causa das escolhas que fez”, revelou.

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Depois de Bibi Perigosa, Juliana estreia no cinema, em outubro, com a nova versão de Dona Flor e Seus Dois Maridos, no papel que consagrou Sonia Braga em 1976. O papel parece combinar perfeitamente com a alma secreta da atriz e que faz eco com a sua aparência, que transpira brasilidade, brejeirice e erotismo.

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