Choque de gerações ou novas perspectivas?

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Choque de gerações acontece em quase toda empresa. Os mais jovens chegando, cheios de vontade de aprender e ensinar; e os mais antigos de casa, muitas vezes, arredios em ensinar ou até mesmo em aprender com quem chega. Esse impasse provoca desentendimentos, que deixam o clima pesado. A consultora Lisete Frohlich, autora do livro @Pra Ser Feliz, especialista em gestão e palestrante com atuação em todo o território nacional, apresenta algumas soluções no artigo que escreveu para o Clube das Comadres. Vamos aprender com ela? Boa leitura!

Choque? Mais diálogo!

No Brasil e no mundo, o ambiente corporativo sofre com o choque de gerações. Os mais jovens batendo de frente com os veteranos em uma espécie de conflito silencioso. É um desafio da juventude construir uma relação de trabalho e admiração com os colegas mais velhos, aprender e evoluir com eles.

Por outro lado, os profissionais mais maduros também precisam de desprendimento para expandir suas verdades e enxergar os fatos com novas perspectivas.

Os dois lados precisam estar abertos a dialogar com a outra geração. Devem se interessar em outras visões de mundo, abrir o canal de diálogo.  O caminho do sucesso é menos tortuoso para quem está disposto a uma autoanálise baseada na vivência alheia, que seja mais interessado em pessoas.

Uma lista de novas atitudes pode ser um divisor de águas neste contexto. As boas vibrações e o bom humor são essenciais para o dia a dia. A conectividade entre colegas enriquece a convivência. Por isso, é importante se interessar mais sobre o companheiro, conhecer seus gostos e preferências. A disposição instiga quem tem menos tempo na empresa ao passo que dá novo fôlego aos funcionários mais antigos.

Descobrir seu propósito de vida e saber mais sobre as aspirações do parceiro de trabalho são formas de abrir o caminho para o diálogo com o outro, uma via de mão dupla. Essa troca permite autoconhecimento e dissemina a produtividade.

Tanto jovens como velhos precisam adquirir novas aptidões, ir além. Só assim a vida profissional torna-se expansiva, promissora e realmente multidisciplinar. Então, ao invés de focarmos no já tão batido choque de gerações, minha sugestão é que se abra os olhos para as novas perspectivas que esses relacionamentos profissionais nos trazem. Assim, nos entenderemos melhor e todos cresceremos.

 

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