Método 5S, eficiente no combate à obesidade 

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O Método 5S pode ser um grande aliado na luta contra a obesidade, sendo altamente eficaz na diminuição de riscos de doenças, no controle da pressão arterial e do diabetes. Também traz muitos benefícios à saúde e longevidade como uma maior qualidade de vida, mais autoestima e felicidade.

Andressa Moraes, fisioterapeuta dermatofuncional e coach de emagrecimento, é a pioneira do método no interior de São Paulo. Ela lembra que o 5S não é apenas um método de emagrecimento. Mas, principalmente, a manutenção de um estilo de vida saudável. “A obesidade é uma doença, ela não tem cura e sim controle. Com as estratégias do Método 5S, temos um grupo motivacional e o acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. Tudo isso nos ajuda a estimular os pacientes a conhecerem seu próprio corpo”, explica.

Método 5S - emagrecimento - obesidade

O nome 5S vem de cinco estratégias principais. São elas: reeducação alimentar; suplementação de vitaminas e minerais; desinflamação do hipotálamo; tratamentos e terapia motivacional em grupo. O paciente passa por elas em, no mínimo 3 fases (perda, manutenção e reeducação). É para reprogramar as células de seu corpo. Dra. Andressa Moraes afirma que a aplicação de todas essas estratégias é fundamental, pois passar por todas as fases é o que irá despertar no paciente a conscientização de um estilo de vida saudável.

A especialista ainda destaca que é muito importante associar o método a atividades físicas, pois elas são indispensáveis na vida de qualquer pessoa. Afinal, devem fazer parte do cotidiano de todos. “Devido a algumas limitações e dificuldades, pessoas obesas devem ter um cuidado maior ao praticar atividades físicas. Por isso, é indispensável o acompanhamento de um profissional. Mas sem nunca deixar de praticar”, orienta.

Método 5S - emagrecimento - obesidade

Método 5S x epidemia mundial

Pesquisa elaborada e publicada em 2017, pelo New England Journal of Medicine, aponta que o número de pessoas que morrem em função de complicações de saúde relacionadas à obesidade é maior do que o número de pessoas que morrem em acidentes de trânsito ou vítimas de terrorismo. A obesidade ainda mata mais que o Alzheimer e outras doenças degenerativas. Além disso, os dados também revelam que mais pessoas morrem por comer. Seja em excesso ou pela ingestão de alimentos não saudáveis, do que por fome.

No Brasil, a obesidade cresceu 53,7% entre 2008 e 2016. No mundo, cerca de 10% da população é obesa. O sedentarismo e a má alimentação são as causas que levam a doença. Mas como identificar a obesidade? O IMC é o cálculo mais comum e rápido para saber quando o peso está ou não dentro da normalidade. Para realizar o cálculo, basta dividir o peso (em Kg) da pessoa por sua altura (em metros) ao quadrado.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado dessa conta fica entre 18,5 e 24,9 kg/m2, a pessoa está no seu peso normal. No entanto, se o valor for entre 25,0 e 29,9 kg/m2, existe o sobrepeso. Mas quando o resultado der 30,0 kg/m2 ou mais, detecta-se que a pessoa está obesa. O IMC não é tão fidedigno no diagnóstico da obesidade, pois existem muitas pessoas dentro do IMC normal com percentual de gordura extremamente alto, (o falso magro). Existem outros tipos de avaliações para o diagnóstico da obesidade. Balança de Bioimpedância, avaliação da prega cutânea, medição circunferência abdominal, exames de sangue são alguns deles.



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