Canção de Ninar é lançado pela Editora Planeta

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Aclamada pela crítica norte-americana, a obra Canção de Ninar, de Leila Slimani, chega em março às melhores livrarias do país. Best-seller na França, o livro fez da autora a primeira marroquina ganhadora de um dos prêmios mais importantes da literatura, o Goncourt.

A Editora Planeta publicará Canção de Ninar pelo selo Tusquets. São 192 páginas por R$ 41,90. E ainda planeja, para o segundo semestre, Dans le Jardin de l’ogre – primeiro romance escrito por Leila Slimani.

Leïla Slimani é uma escritora e jornalista franco-marroquina. Nasceu em Rabat, no Marrocos, em 1981, e vive desde 17 anos em Paris. Publicou o primeiro romance, Dans le Jardin de l’ogre, em 2014. Seu segundo livro, Chanson douce, publicado no Brasil como Canção de Ninar, venceu em 2016 o Prêmio Goncourt.

A inquietante narrativa prende a atenção e faz com que as pessoas queiram nunca ficar longe de seus filhos. A babá é tudo o que uma família sempre sonhou, mas essa sedutora mulher vai surpreender, cativar e, depois, irá exaustar todos os nervos do leitor.

Canção de ninar-livro-editora planeta

Canção de Ninar: tensão crescente

Após decidir voltar ao trabalho e encontrar uma babá para cuidar de seus dois filhos, Myriam começa uma seleção rigorosa em busca de uma profissional ideal. Dessa busca, ela encontra Louise: discreta, educada e dedicada. Ela se dá bem com as crianças, mantém a casa sempre limpa e não reclama quando precisa ficar até tarde.

A babá perfeita cria uma relação de dependência mútua, entre a família e ela, tão intensa, que os integrantes começam a ter pequenas frustrações e chega ao fatídico dia da grande tragédia.

A história é narrada com uma tensão crescente desde as primeiras linhas. Canção de Ninar trata de questões que revelam a essência de nossos tempos, abordando as relações de poder, os preconceitos de classe e entre culturas, o papel da mulher na sociedade e as cobranças envolvendo a maternidade.

A tensão latente em cada página aquece aos poucos a análise da burguesia, até ser dinamitada por um impulso de violência instintiva
Stéphanie Dupays e Eric Loret, Le Monde



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